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Sem medo da chuva

Postado por Sport Time às 5/18/2012 03:47:00 PM
Aluguel de Temporada Caldas Novas
Profissionais dão dicas para enfrentar o verão chuvoso que se aproxima


Verão é tempo de chuva no Brasil. De dezembro a mês de março é bom se prevenir e aprender alguns macetes para conviver com a estação mais chuvosa do ano. A primeira dica é só sair para pedalar se for realmente necessário. Até os profissionais do ciclismo adiam a pedalada para escapar da chuva se for, já que os riscos aumentam sensivelmente.

Quem pedala por esporte, pode opcionalmente ir fazer um treino de academia, uma aula de ciclismo indoor ou mesmo fazer uma boa aula de alongamentos. Aqueles que usam a bike como meio de transporte, podem usar o carro ou o transporte público.


PROGRAME-SE
Os serviços de previsão do tempo melhoraram muito nos últimos anos e já se consegue prever com boa margem de precisão a probabilidade de chuva em determinado dia, em que período do dia, a velocidade e o sentido do vento e até o índice de radiação UV.

Com esses dados é possível fazer um planejamento das pedaladas para os próximos cinco dias. Tente adequar os horários de seus treinos com os da chuva, que são mais freqüentes no final da tarde em grande parte do Brasil. Vale a pena também ficar sempre de olho em sites de previsão do tempo como o www.climatempo.com.br, http://br.weather.com e ohttp://tempo.cptec.inpe.br.

SEGURANÇA
É importante ter em mente que além do piso molhado e, portanto, mais escorregadio, em dias chuvosos a visibilidade é reduzida por conta da chuva, do spray produzido pelos veículos e também por conta dos vidros embaçados dos carros que prejudica a visão dos motoristas.

Se realmente tiver que pedalar, considere a possibilidade de vestir um colete de alta visibilidade, que normalmente são feitos em cores cítricas bem vibrantes. O uso de uma lanterna traseira do tipo pisca-pisca é recomendável e aumenta a visibilidade consideravelmente.

As laterais das ruas e estradas concentram toda a sujeira trazida pela enxurrada como areia, lama, pedras, lixo, vidro, metais e outros objetos cortantes. Redobre a atenção.


Tome cuidado ao circular sobre as faixas pintadas no asfalto, pois elas se tornam escorregadias. Outro piso extremamente liso quando molhado são as tampas de bueiro, trilhos de trem e outras superfícies metálicas.

Evite passar dentro de poças d’água, pois elas podem encobrir um buraco bem profundo e causar sérios acidentes. Do mesmo modo, tome muito cuidado ao circular em regiões de baixadas próximas a rios e córregos, pois são propensas a inundações e enxurradas.

Se a pedalada for de mountain bike na zona rural, fique esperto com rios e córregos que transbordam e podem encobrir as pequenas pontes. Nesse caso, desça da bike e certifique-se que a travessia é segura.

Fique sempre atento ao estado das sapatas de freio e do aro, pois a chuva desgasta prematuramente essas peças. Nas bikes com freio a disco, certifique-se de que as pastilhas estão com uma boa espessura, do contrário você pode ficar sem freio em uma pedalada longa realizada na chuva.

DICAS DE EXPERTS
Ninguém melhor que os profissionais para ensinar os macetes de como enfrentar a chuvarada, já que eles têm o compromisso com a equipe e com os patrocinadores e nem sempre podem esperar a vontade de São Pedro.

Escolhemos dois grandes nomes do ciclismo nacional – os catarinenses Marcelo Moser, de Blumenau, e Soelito Gohr, de Brusque – para darem dicas práticas para enfrentar a chuva.

MARCELO MOSER
Aos 34 anos, Moser, conhecido no pelotão como Pinguim, é especialista em montanhas e esse ano foi quarto na geral da Volta de Gravataí. Pinguim mora em Blumenau, cidade onde as chuvas são bastante freqüentes e atingem um índice pluviométrico anual de 401,6 milímetros.


1 – Eu sugiro usar pára-lamas, mesmo que sua bike seja uma speed. Em dias chuvosos, tem vez que a gente se molha mais com a água lançada pelo próprio pneu do que com a chuva. Tem pára-lamas traseiro que são bem pequenos e leves. O traseiro vai preso no canote e o dianteiro no downtube. Isso, claro, é para treinos, durante uma corrida não adianta, pois o spray levantado pelo pelotão é enorme e vai molhar de qualquer jeito.

2 – Sugiro também embrulhar as sapatilhas com filme plástico tipo “Magipack”, além de manter os pés secos e aquecidos, poupa as sapatilhas.

3 – Numa speed, vale a pena murchar umas 10-15 libras dos pneus para ganhar mais atrito e assim evitar derrapagens.

4 – O ideal é usar óculos de lentes claras, brancas ou amarelas, para aumentar o nível de visibilidade.

SOELITO GOHR
“Eu moro numa cidade onde dizem que o índice pluviométrico é um dos maiores do Brasil. Se for esperar por dias ensolarados, eu não treino nunca”, diverte-se Soelito Gohr, campeão mundial de paraciclismo em 2009 e que no mês de novembro conquistou quatro medalhas (duas de ouro, uma prata e uma de bronze) no Parapan de Guadalajara em 2011.

1 – Eu recomendo o uso de uma capa de chuva. Existem modelos que têm aberturas para ventilação, mas se estiver chovendo mesmo, não vai esquentar. Se parar a chuva, é só tirar a capa, dobrar e colocar no bolso.

2 – Antes de sair, eu passo bastante óleo e também uma camadinha de graxa na corrente. Só essa mistura vai agüentar longas quilometragens sobre chuva forte.

3 – Eu sempre aplico na pele um óleo específico para ser usado em dias frios, serve para manter o corpo aquecido. Uso também perneiras e manguitos que isolam o corpo da água, além de uma botinha nas sapatilhas. Na falta do óleo, pode-se usar a pomada Calminex.

MANUTENÇÃO PÓS-CHUVA
É importante bater uma água na bicicleta ao chegar em casa para tirar a areia acumulada e a sujeira, especialmente nos aros, nos discos de freio e na relação. Se for uma mountain bike que pegou muito barro, é fundamental que a bike passe por uma revisão. O capacete, a sapatilha, a bermuda, as luvas devem ser colocados para secar tão logo seja possível.

Retirar o canote e virar a bike cabeça para baixo para que a água escorra é outra providência a ser tomada. A aplicação de lubrificantes do tipo WD-40 pode retardar o processo de oxidação, especialmente nos quadros de cromo. Nas bikes com quadro de cromo e alumínio, uma película de graxa no canote de selim vai proteger da oxidação e facilitar a retirada no futuro.

A corrente exige atenção especial. Aplique uma boa camada de um lubrificante para condições extremas e leve com você uma quantia suficiente para reaplicar durante a pedalada.

Os cabos devem ser revisados e lubrificados após uma longa pedalada na chuva, pois a oxidação leva ao endurecimento dos cabos prejudica o funcionamento.

Revise o estado das sapatas ou pastilhas de freio. Se estiverem baixas, o melhor é trocar para evitar ser surpreendido por um apagão nos freios no meio de uma prova ou de uma longa pedalada. Existem no mercado sapatas e pastilhas de freio especiais para chuva.

Fonte: Bike Action

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