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RadioShack: Confiança uniu Azevedo e Bruyneel

Postado por Sport Time às 2/17/2012 08:42:00 PM
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Como é trabalhar com Johan Bruyneel, até onde podem chegar os talentos portugueses da RadioShack e o que traz uma das melhores equipes do mundo à Volta ao Algarve? O Eurosport esteve à conversa com José Azevedo, diretor-desportivo da formaçao americana.
Johan Bruyneel e os grupos com que trabalham parecem ter um carinho especial pela Volta ao Algarve. Porquê?

Já há muitos anos que as equipes comandadas pelo Johan Bruyneel têm no calendário a Volta ao Algarve e isso tem-se mantido. A principal razão é que a corrida está numa fase da época importante para preparar as provas seguintes. O percurso é bom para esse tipo de preparação, o clima é excelente.E embora inicialmente fosse tida apenas como preparação para os objetivos seguintes, agora, com a presença de ciclistas e equipes importantes, trata-se de uma Volta que já se tornou apetecível para vencer.

Mas esta edição está especialmente carregada de talento. Falta Alberto Contador mas estão Tony Martin, Andreas Kloden, Bradley Wiggins, entre outros.



As equipes trazem sempre alguns líderes. Este ano, o fato de haver um contra-relógio com 25 quilómetros atraiu ainda mais ciclistas de elevado perfil, que aqui têm uma oportunidade de treinar o crono e fazer um teste para saber a sua condição. Esta e outras características é que atraem as equipes ao Algarve.

E como é trabalhar ao lado de um dos homens mais carismáticos, mas nem sempre consensuais, do pelotão internacional?

Não vejo nada de negativo que o Bruyneel possa aportar ao ciclismo, bem pelo contrário, tudo o que ele traz é positivo e a favor do desenvolvimento da modalidade.Primeiro trabalhei com ele enquanto ciclista, ele foi meu diretor-desportivo. Evoluí bastante nos anos em que estivemos juntos e claro que fiquei contente quando me convidou para assumir um lugar na equipe. Com ele aprende-se sempre, por isso estou bastante satisfeito por trabalhar com o Bruyneel. Além disso é fácil trabalhar com ele, sobretudo porque deposita enorme confiança nas pessoas. Sinto que com ele não existe pressão, mas sim responsabilidade como é normal numa equipe destas. É tudo feito com base na comunicação, é a maneira de trabalhar dele.

“TIAGO MACHADO EM PROVAS DE UMA SEMANA E NA VUELTA”

Em relação aos portugueses, o que espera a RadioShack do Tiago Machado, que está a cumprir a terceira época com a equipe?

A primeira parte da temporada para o Tiago irá incidir em corridas de uma semana até final de Maio, até à Califórnia. A partir daí vai fazer um período de descanso e concentrar-se na Vuelta.



Em 2011 o Tiago Machado fez duas grandes Voltas, que impacto tem essa experiência no desenvolvimento do ciclista?

O Tiago nunca tinha feito grandes Voltas. No Giro teve mais liberdade, mas o importante foi fazer três semanas de competição para saber como iria reagir e para conhecer o corpo. Este ano vai fazer só a Vuelta, porque por uma questão de estratégia achamos que ele pode estar sempre na disputa das provas de uma semana. Essas corridas servem sobretudo para a evolução dele, até porque tem 26 anos e é um corredor de quem esperamos bastante. Acreditamos que no futuro se pode continuar a desenvolver e atingir um nível ainda mais elevado.

E quanto ao Nelson Oliveira, que balanço faz a equipe da época de estreia no patamar mais alto do ciclismo?

O Nelson vem de uma época de adaptação ao nível do World Tour. Teve resultados bastante bons e é um ciclista em quem depositamos esperanças. Estamos satisfeitos com ele, é um corredor com qualidade, que teve azar ao lesionar-se no Inverno e por isso apenas recomeçou a treinar agora. Esperemos que esteja pronto para o Giro porque é o objetivo dele na primeira fase da época.

E aposta nos portugueses é para manter?

Se olharmos para a nossa equipe temos 14/15 nacionalidades diferentes. Não é para a procedência do corredor que olhamos, mas sim para a sua qualidade. Estamos atentos ao que se passa no Pro Tour, às corridas do calendário europeu, aos sub-23 e quando vemos gente com potencial tentamos trazê-los para junto de nós. Além disso temos duas equipes continentais, nos Estados Unidos a Trek-Livestrong e no Luxemburgo a Leopard Trek, é para aí que canalizamos esses jovens ciclistas para a partir daí trabalharmos no desenvolvimento de cada um.

E no pelotão nacional há valores que possam saltar para o World Tour?

Quando vemos que há bons valores em Portugal tentamos trazê-los. Neste momento trouxemos para a equipe da Leopard Trek o Fábio Silvestre, um corredor sub-23 que está connosco na equipe Continental da Leopard e em quem depositamos a nossa confiança.

“ANDY É O LÍDER NO TOUR , MAS É FUNDAMENTAL QUE QUEM O ACOMPANHE ESTEJA A 100 POR CENTO”



Este ano juntaram o melhor da RadioShack com o melhor da Leopard. Estamos na era das super-equipes?

As equipes World Tour sentem-se obrigadas a cada vez mais terem plantéis fortes. Todas têm corredores fortes. Nós temos a particularidade de ter várias opções para a liderança, o que bom, por isso quando olhamos para este tipo de plantel temos como objetivo ganhar.

E quais as prioridades em termos de corridas e quem será o líder na estrada?

O Tour está no topo das prioridades e será com o Andy Schleck. O Fabian Cancellara é aposta para as Clássicas, principalmente Volta à Flandres e Paris-Roubaix. Já no Giro o líder será o Jakob Fuglsang. Depois queremos as Voltas à Califórnia e ao Colorado por serem importantes para nós.

Andy no Tour, Fuglsang no Giro. Qual o papel do Frank Schleck? Vai ao Tour ou tem outros objetivos?

É sabido que o líder no Tour é o Andy. Fundamental é que os outros oito elementos que estejam presentes o façam no melhor das suas condições. A partir daí é a estratégia da corrida que irá ditar o desenrolar de tudo. Queremos todos a 100 por cento, logicamente temos o Andy como líder, mas temos também o Frank, o Kloden, o Horner, ou seja, uma equipe forte.

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